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Dermatologia clínica

Quando a pele fala, é preciso saber ouvir.

Diagnóstico e tratamento individualizado das condições que afetam a pele, as unhas e os cabelos.

Corte esquemático

01

Epiderme

A barreira. Renova-se continuamente e é onde a melanina responde à luz. É a camada que se vê, e a primeira que denuncia desequilíbrio.

02

Derme

A estrutura. Colágeno e elastina em malha, vasos, terminações nervosas e os anexos (folículos e glândulas). É aqui que a maior parte dos tratamentos precisa chegar.

03

Hipoderme

O amortecimento. Tecido adiposo que dá volume ao contorno, protege as estruturas profundas e participa da regulação térmica.

Representação esquemática, sem escala.

Leitura da pele

Diagnosticar é compreender antes de tratar.

A leitura da pele combina o que se vê na superfície, o que a história clínica explica e o que só aparece quando se olha de perto, com dermatoscopia quando indicada.

  • Textura
  • Lesões
  • Inflamação
  • Poros
  • Pigmentação

Leitura ilustrativa. O diagnóstico é sempre presencial.

Dra. Marina Biancardi, retrato de corpo inteiro

Dra. Marina Biancardi

Toda conduta começa por uma pergunta, não por um protocolo.

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Condições tratadas

O que se trata aqui.

Cada quadro tem causa, grau e tempo próprios. A lista abaixo abre o essencial de cada um. O resto pertence à consulta.

Doença inflamatória do folículo pilossebáceo, com formas e graus diferentes, do comedão à lesão inflamatória profunda. O tratamento é clínico, costuma ser prolongado e considera também as sequelas: manchas e cicatrizes.

Doença inflamatória crônica, de base imunológica e curso em surtos. O acompanhamento busca o controle das lesões e dos sintomas, com atenção às repercussões que vão além da pele: articulações, sono e qualidade de vida.

Perda de pigmentação em áreas delimitadas da pele. A conduta envolve investigação, estabilização do quadro e estratégias de repigmentação, sempre acompanhadas de fotoproteção rigorosa das áreas despigmentadas.

Inflamações da pele com causas diversas: contato, atopia, seborreia. Identificar o gatilho faz parte do tratamento, e não é um detalhe: sem isso, o quadro tende a voltar.

Quadros de pele inflamada, com coceira, ressecamento e descamação. O cuidado combina o tratamento das crises com a restauração da barreira cutânea, que é o que reduz a frequência das recaídas.

Alterações ungueais e capilares também são dermatologia. Quando o caso pede aprofundamento no couro cabeludo e no ciclo do fio, a investigação segue para a tricologia.

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Lesões novas, manchas, alterações de textura e sinais que mudaram de aspecto merecem avaliação. A dermatoscopia é usada quando indicada, e o acompanhamento é definido caso a caso.

Traga o que está incomodando.

A consulta começa pela escuta e pelo exame. A conduta vem depois, explicada.

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